Com o tempo nosso corpo diminui a produção de colágeno, essa insuficiência em nosso organismo está associada a redução da espessura do fio capilar e com a desidratação e perda de elasticidade da pele, culminando em flacidez e no aparecimento de rugas e estrias. Além disso, prejudica as articulações e enfraquece os ossos.
Acontece uma diminuição natural de 1% ao ano na produção de colágeno pelo corpo. Pesquisas mostram que, por volta dos 25 anos, o organismo começa a diminuir a produção de colágeno em contraposição à necessidade constante dessa importante molécula no processo de rejuvenescimento e reparação celular. O colágeno é a principal proteína do corpo que garante a coesão, elasticidade e regeneração da pele, cartilagem e ossos.
O corpo só produz em média 35% do colágeno necessário. Supõe-se que esta seja uma das principais causas do envelhecimento. Com a diminuição do colágeno, os músculos ficam flácidos, diminui a densidade dos ossos, as articulações e ligamentos perdem a elasticidade e a força, a cartilagem que envolve as articulações fica frágil e porosa. Durante os 10 primeiros anos da menopausa essa perda de colágeno chega a 2% ao ano e, após a menopausa, pode chegar a 65% de perda de todo o colágeno do corpo. A conseqüência disso é o envelhecimento da pele, fragilidade dos cabelos e unhas e desgaste das articulações.
A formação e destruição do colágeno acontece na derme, enzimas específicas (metaloproteinases) destroem o colágeno ao mesmo tempo que ocorre continuamente a sua renovação no decorrer das nossas vidas, para reparar e substituir os tecidos danificados ou para construir novas estruturas celulares, são importantes para a força e a resistência da pele, e as alterações em sua quantidade e estrutura são consideradas responsáveis pela formação das rugas, pela perda de hidratação e de maciez. À medida que a pele envelhece, o colágeno torna-se mais e mais fragmentado porque as enzimas que quebram o colágeno tornam-se mais ativas enquanto a produção de colágeno pelos fibroblastos diminui.
A ingestão de colágeno hidrolisado pode ser uma boa alternativa para manter a estrutura óssea, pois estimula a produção endógena de colágeno por células ósseas, assegurando o conjunto de aminoácidos e peptídeos úteis para a síntese do colágeno pelos condrócitos (células da cartilagem). Alterações das propriedades do colágeno podem afetar as propriedades mecânicas dos ossos e aumentar a susceptibilidade à fratura, ocorrendo principalmente em pessoas idosas e mulheres após a menopausa, a osteoporose é a doença óssea de maior incidência no mundo e responsável por milhões de fraturas ósseas a cada ano. Ao longo da vida, o corpo humano é constantemente submetido a diferentes choques e esforços, o que afeta os elementos de suporte, como ossos e articulações. Por isso, distúrbios esqueléticos podem ocorrer com o envelhecimento. Com a perda do colágeno os músculos ficam flácidos, os ossos diminuem em densidade mineral e as cartilagens perdem a sua força.
A articulação é o ponto onde dois ou mais ossos são ligados, numa articulação saudável, as extremidades dos ossos são encerradas em cartilagem macia que absorve o choque dos e distribui a carga do corpo. Nossas articulações sofrem alterações significativas à medida que envelhecemos, praticamos esportes ou até nas atividades do dia a dia, as quais podem afetar o movimentos metabolismo da cartilagem levando a um desequilíbrio entre o tecido construído e o destruído. Isto pode conduzir a sintomas articulares crônicos, tais como desconforto, rigidez, perda de flexibilidade e até mesmo inchaço.
O colágeno hidrolisado é de origem animal (bovina), obtido por um processo enzimático rigorosamente controlado para obtenção de um grau preciso de hidrólise, obtenção de um peso molecular ideal e com as melhores propriedades organolépticas.
Composição
Cápsulas de gelatina incolores
Embalagem com 120cápsulas
Tomar 2 cáps de colágeno hidrolisado 2 a 4x ao dia com água.
Restrições de uso a administração de colágeno hidrolisado em pó não é recomendada a pessoas portadoras de problemas renais ou hepáticos, como níveis elevados de ácido úrico, gota, etc, pois o excesso ingerido é eliminado na forma de uréia.
2 anos
O colágeno é a proteína mais encontrada no corpo humano. Existem diferentes tipos de colágeno, sendo que na cartilagem o principal é o tipo dois (colágeno tipo II ou colágeno tipo 2). O colágeno é uma proteína grande, e pode ser separada em pedaços menores para facilitar a absorção. Esses pedaços menores são os peptídeos de colágeno, que são obtidos quando o colágeno é hidrolisado. Portanto o colágeno hidrolisado não é a molécula inteira de colágeno, e sim pedaços de colágeno, que podem ser usados por ortopedistas, dermatologistas, nutrólogos, entre outros especialistas, como um suplemento para ajudar o organismo a fortalecer a cartilagem, a pele, etc. Geralmente utilizado em forma de pó, com uma dose aproximada de 10 gramas por dose.
Já o colágeno tipo II (UC-II) ou colágeno não hidrolisado é a molécula inteira de colágeno tipo II, geralmente obtida de cartilagem de frango. Este tipo de colágeno também vai ser digerido pelo estômago e intestino antes de ser absorvido. Porém ao ser absorvido vai entrar em contato com células do sistema imunológico do nosso trato gastrointestinal e provocar a inibição de uma enzima que provoca inflamação nas articulações, a colagenase. Geralmente utilizado em forma de comprimido com 40 mg.
Portanto o colágeno tipo II tem uma ação principalmente antiinflamatória pelo mecanismo de tolerância oral que foi explicado anteriormente, enquanto o colágeno hidrolisado funciona principalmente como um suplemento. Para saber qual deles é melhor no seu caso de artrose, é recomendável procurar um ortopedista, para avaliar seu grau de artrose e recomendar o mais indicado para o seu caso.
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UCII - Colágeno Tipo 2 - Articulações
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